EUA Rapaz de 8 anos mata a avó depois de jogar Grand Theft Auto “A CRIANÇA TINHA ACABADO JOGAR O POPULAR GRAND THEFT AUTO IV - QUE TEM SIDO VÁRIAS VEZES ASSOCIADO A EPISÓDIOS DE VIOLÊNCIA - QUANDO PEGOU NUMA ARMA E DISPAROU CONTRA A AVÓ, QUE ESTAVA A VER TELEVISÃO”
A cidade de Slaughter, no estado norte-americano do Louisiana, está em choque com mais um episódio com desfecho dramático ligado a armas de fogo que acabam nas mãos de crianças. Desta vez, um rapaz de oito anos, que tinha estado a divertir-se com o jogo, pegou numa arma e matou a avó com um tiro na cabeça. A senhora, com 90 anos, estava a ver televisão.
O jogo, recomendado para maiores de 17 anos, tem sido várias vezes acusado de encorajar a violência, uma vez que o jogador é recompensado por matar "pessoas".
Aos investigadores, a criança afirmou que disparou acidentalmente enquanto brincava com a arma. No entanto, as autoridades, segundo o canal norte-americano WAFB-TV, estão convencidas de que o disparo foi intencional.
Um estudo sobre videojogos
Segundo Moita (2007, p.23) um videojogo “é um conjunto de atividades que envolve um ou mais jogadores. Tem metas, desafios e consequências. Além disso, tem regras e envolve alguns aspetos de uma competição”.
De uma maneira geral, pode definir-se videojogo como um tipo de jogo baseado na interação do/a utilizador/a com uma consola, um computador, um telemóvel ou outro tipo de tecnologia, através de um comando (Oliveira e Pessoa, 2008)”. (P. 7)
A importância dos videojogos na vida das crianças e jovens e a questão da violência “O fenómeno dos videojogos tem vindo a crescer progressivamente desde a década de 70, instalando-se na vida de crianças, jovens e adultos, que hoje passam a maior parte do seu tempo de écran em écran, isto é, entre a televisão, as consolas, os computadores, os telemóveis e outros (Gros, 2008).
Os videojogos são o primeiro contacto das crianças com o mundo digital. As novas gerações alfabetizam-se digitalmente através dos jogos e desenvolvem competências diferentes das gerações anteriores, que lhes permitem movimentar-se na sociedade digital (Gros, 2008). Atualmente, têm vindo a ser produzidos jogos que abrangem diferentes áreas e diferentes temáticas, tais como, o divertimento, a informação e a educação. Estes jogos apresentam uma dupla faceta, pois embora constituam um bom recurso pedagógico e didático para o desenvolvimento e aprofundamento de competências sociais e cognitivas, também, com alguma frequência, favorecem valores ligados à violência, agressividade e a todo o tipo de discriminação (Diéz Gutiérrez, 2004). Devido a estas duas facetas os videojogos têm levantado muita polémica pois existem especialistas com opiniões opostas relativamente aos seus efeitos junto dos/as utilizadores/as. (P. 1)
(…)
“Como resposta a esta acusação por parte de muitos autores e da imprensa tentou colocar-se no mercado um videojogo sem conflito/competição, apenas com cooperação, mas este não teve sucesso (Moita, 2007). A preferência dos/as jovens por videojogos violentos pode ser explicada por a sociedade não lhes proporcionar rituais segundo os quais possam sentir-se integrados/as nela, o que pode ser uma hipótese para explicar também certas formas de violência como atos de afirmação dos/as jovens. Assim, pode dizer-se que os videojogos violentos podem ter o papel de despoletar comportamentos agressivos. No entanto deve ser salientada a importância social desempenhada pelas regras do jogo, uma vez que levam os/as jogadores/as a terem de cumprir regras, tal como na vida real (Gros, 2008).
Para Moita (2007), mesmo com conflito e competição, os videojogos constituem por um lado, uma forma segura dos jovens experimentarem a realidade, e por outro, um escape à própria realidade, promovendo a fantasia”. (P. 14)
Síntese de vantagens e desvantagens dos videojogos
Em síntese, pode então dizer-se que os videojogos apresentam como principais vantagens: a) desenvolverem e aprofundarem competências sociais e cognitivas tais como a necessidade de se cumprir regras, o aumento das capacidades de observação, atenção, memória, coordenação motora fina e da lógica; b) promover a fantasia.
No que se refere às principais desvantagens pode dizer-se que: a) veiculam valores ligados à violência, agressividade e discriminação; b) promovem a desigualdade sexual; c) o sedentarismo e d) geram adição. (P. 16) Fonte: Mensagens veiculadas nos conteúdos dos Videojogos: o caso dos TheSims 2 e os estereótipos de género (2009) – Tese de Mestrado de Sílvia Maria Quitério Subtil Portugal, pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.
Blogue do projeto "Tic a um clic", Agrupamento de Escolas D. Afonso III - Vinhais. Este blogue tem como objetivo mostrar e dar a conhecer os trabalhos e atividades desenvolvidas pelos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico do concelho de Vinhais, no âmbito deste projeto de informática.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
SUGESTÃO TEK: APLICAÇÕES QUE AJUDAM QUANDO O TELEMÓVEL É ROUBADO
As denominadas aplicações antirroubo não existem, mas existem software móveis que ajudam a prevenir ou a remediar uma situação que pode resultar em danos de centenas de euros e perda de dados sensíveis.
Pela diversidade de aplicações e serviços que possibilitam, os smartphones tornaram-se um espaço pessoal, um escritório ambulante e uma carteira da privacidade de cada utilizador. Por estes motivos, e também pelo preço que se desembolsa pelos equipamentos, o roubo é uma das principais preocupações dos utilizadores de dispositivos móveis.
Aplicações antirroubo não existem, mas existem software móveis que ajudam as pessoas e as autoridades a localizarem e a apagarem dados de forma remota. Nalguns casos os telemóveis podem ser recuperados, noutros casos só os dados do utilizador é que ficam a salvo, o que já é suficiente para considerar estas aplicações como anti-ladroagem.
Com mais ou menos funcionalidades, pagas ou gratuitas, estas apps começaram a multiplicar-se nas lojas de aplicações do iOS e Android - no caso do Windows Phone a oferta é escassa e pouco recomendável.
O TeK aconselha hoje algumas apps que podem ajudar a prevenir dores de cabeça maiores em caso de roubo. Mas fica o aviso: por muitos software que instale, nenhum deles garante a 100% que o telemóvel não é roubado ou de que pode ser recuperado posteriormente.
Cerberus: Qual James Bond, a aplicação Cerebrus Anti-Roubo permite gerir várias funcionalidades do telemóvel através de outros dispositivos. No site da app ou através de outros telemóveis, é possível localizar o equipamento roubado, apagar todos os dados guardados no armazenamento interno e no cartão de memória, pedir um relatório das últimas chamadas recebidas e efetuadas, além de permitir gravar som através do microfone.
Resumindo, o utilizador pode tornar-se num espião do seu próprio dispositivo com o intuito de o recuperar. A aplicação até pode ser escondida para que quem rouba o equipamento, não saiba que está exposto a esta ferramenta. O Cerebrus possibilita ainda receber uma notificação assim que o cartão SIM definido é trocado por outro, e que traz o novo número para o qual se devem mandar as mensagens para controlo remoto.
A aplicação para Android é gratuita durante uma semana mas depois implica o pagamento de uma subscrição vitalícia por 2,99 euros. O pagamento acaba por não ser demasiado elevado para as funcionalidades que apresenta e pela possibilidade que dá de proteger até cinco dispositivos desde que associados à mesma conta.
Gotcha! Pro Alarm
Antes que a casa seja roubada, ponha trancas à porta. Além das aplicações que permitem rastrear o equipamento depois de ser roubado, existem apps que tentam evitar que malfeitores ponham as mãos em smartphones alheios. O Gotcha! Pro Alarm permite bloquear o telemóvel com um código único e que caso não seja introduzido de forma correta, reproduz um alarme sonoro que não pode ser disfarçado pois é feito um bloqueio das teclas de som.
Pela diversidade de aplicações e serviços que possibilitam, os smartphones tornaram-se um espaço pessoal, um escritório ambulante e uma carteira da privacidade de cada utilizador. Por estes motivos, e também pelo preço que se desembolsa pelos equipamentos, o roubo é uma das principais preocupações dos utilizadores de dispositivos móveis.
Aplicações antirroubo não existem, mas existem software móveis que ajudam as pessoas e as autoridades a localizarem e a apagarem dados de forma remota. Nalguns casos os telemóveis podem ser recuperados, noutros casos só os dados do utilizador é que ficam a salvo, o que já é suficiente para considerar estas aplicações como anti-ladroagem.
Com mais ou menos funcionalidades, pagas ou gratuitas, estas apps começaram a multiplicar-se nas lojas de aplicações do iOS e Android - no caso do Windows Phone a oferta é escassa e pouco recomendável.
O TeK aconselha hoje algumas apps que podem ajudar a prevenir dores de cabeça maiores em caso de roubo. Mas fica o aviso: por muitos software que instale, nenhum deles garante a 100% que o telemóvel não é roubado ou de que pode ser recuperado posteriormente.
Cerberus: Qual James Bond, a aplicação Cerebrus Anti-Roubo permite gerir várias funcionalidades do telemóvel através de outros dispositivos. No site da app ou através de outros telemóveis, é possível localizar o equipamento roubado, apagar todos os dados guardados no armazenamento interno e no cartão de memória, pedir um relatório das últimas chamadas recebidas e efetuadas, além de permitir gravar som através do microfone.
Resumindo, o utilizador pode tornar-se num espião do seu próprio dispositivo com o intuito de o recuperar. A aplicação até pode ser escondida para que quem rouba o equipamento, não saiba que está exposto a esta ferramenta. O Cerebrus possibilita ainda receber uma notificação assim que o cartão SIM definido é trocado por outro, e que traz o novo número para o qual se devem mandar as mensagens para controlo remoto.
A aplicação para Android é gratuita durante uma semana mas depois implica o pagamento de uma subscrição vitalícia por 2,99 euros. O pagamento acaba por não ser demasiado elevado para as funcionalidades que apresenta e pela possibilidade que dá de proteger até cinco dispositivos desde que associados à mesma conta.
Gotcha! Pro Alarm
Antes que a casa seja roubada, ponha trancas à porta. Além das aplicações que permitem rastrear o equipamento depois de ser roubado, existem apps que tentam evitar que malfeitores ponham as mãos em smartphones alheios. O Gotcha! Pro Alarm permite bloquear o telemóvel com um código único e que caso não seja introduzido de forma correta, reproduz um alarme sonoro que não pode ser disfarçado pois é feito um bloqueio das teclas de som.
A internet
A internet é um instrumento poderoso de trabalho e lazer. Contudo, esconde alguns perigos. Por isso, devemos ter em atenção!
Repara na notícia publicada no jornal Público
PÚBLICO
15/02/2013 - 13:56
Através de phishing, os suspeitos conseguiram obter dados para aceder ilegalmente a dados bancários de terceiros.
Seis homens e uma mulher foram detidos pela Polícia Judiciária durante uma investigação a casos suspeitos de crime informático através de phishing, que terá rendido cerca de 150 mil euros ao grupo agora desmantelado. Através do acesso ilegal a dados pessoais, o grupo apoderou-se de quantias monetárias de terceiros, através da utilização ilícita da banca online.
Para evitar ser vítima de casos de crime informático semelhantes ao agora revelado, a PJ recomenda no seu site medidas de segurança: ter atenção aos avisos de fraude divulgados pelos bancos nos seus sites; não preencher ou entregar em páginas online os dígitos relativos ao acesso à conta bancária; não aceitar, sem absoluta certificação prévia de veracidade, as propostas de trabalho de pretensas empresas estrangeiras que procuram em Portugal um suposto "agente comercial", cuja função será o de auferir uma percentagem sobre os montantes injustificados que recebe na sua conta bancária.
Para perceberes melhor o que é o phishing, acede ao link:
http://www.youtube.com/watch?v=1IkcGAx814I
domingo, 24 de março de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)




