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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Os dispositivos móveis e os desafios da sua utilização em sala de aula


É preciso, sempre que possível, acompanhar o ritmo da tecnologia, que evolui a passos largos. Na área da educação, esta destaca-se como uma grande aliada do processo de ensino e aprendizagem para as novas gerações, auxiliando os professores a mediar o conteúdo e envolver os alunos na aprendizagem.
A tecnologia é, sim, uma aliada da educação dos novos tempos, mas isso não significa que não enfrentaremos desafios para que ela seja implantada com sucesso, como: usufruto dentro e fora da sala de aula, integração com outros dispositivos, robustez, conectividade e a própria formação dos professores, que precisam de planificações para conseguir incorporar a tecnologia no seu dia a dia.

Dispositivos e aplicações
Os dispositivos móveis e as suas aplicações estão cada dia mais interessantes, acessíveis e intuitivos. Na educação, as aplicações tiram proveito da interatividade para compartilhar informações e experiências, além de estimular o desenvolvimento cognitivo e favorecer atividades colaborativas entre os estudantes.
Aplicações com características sociais, por exemplo, permitem partilhar dúvidas e descobertas entre os estudantes. Já os de realidade aumentada permitem a visitação de pontos culturais, lançando a  história de outra maneira, enquanto os científicos e matemáticos utilizam câmaras, microfones e sensores para mostrar a teoria na prática, por exemplo.
O uso dos dispositivos na educação também proporciona economia, pois não é preciso imprimir materiais e muito menos reimprimir atualizações e correções. “Outro fator importante é que também facilita o gerenciamento do conteúdo pela escola e pelo professor através de softwares de GDM – Gerenciamento de Dispositivos Móveis (em inglês MDM – Mobile Device Management) e GSA – Gerenciamento de Sala de Aula”. O GDM permite à área de TI instalar, apagar e gerir conteúdos para um grande número de dispositivos simultaneamente. O GSA permite ao professor controlar as telas dos dispositivos, direcionando a atenção dos alunos em sala de aula, já que consegue bloquear a tela no momento expositivo de conteúdo, além de permitir a visualização da tela dos tablets dos alunos pelo professor, por exemplo. Dessa forma, o professor tem mais segurança em relação à dinâmica em sala de aula.

Os dispositivos e aplicações terão certamente uma evolução crescente, sempre em busca de maior autonomia, utilização intuitiva, menor dependência do pessoal técnico e distribuição de conteúdo mais simples. Cabe a cada um de nós continuar a acompanhar este desenvolvimento, fazendo uso de suas múltiplas funções.


segunda-feira, 28 de maio de 2018

Desafio 3 – “SeguraNet”


Nesta terceira atividade, a equipa SeguraNet convidou os alunos a criarem uma história colaborativamente, começando com uma frase inicial a partir da qual cada aluno da turma deu o seu contributo.
O desenvolvimento deste tema, possibilitou aos alunos o conhecimento sobre o significado das redes sociais, tipos de perfil, dados pessoais, amigos “reais” e “vituais”, riscos da utilização das redes sociais, vantagens e desvantagens. Tiveram a oportunidade de visualizar pequenos vídeos exemplificativos.




quinta-feira, 19 de abril de 2018

terça-feira, 20 de março de 2018

Trabalhos realizados no programa Paint

O programa Paint é usado em diversas atividades tais como: destreza manual, manipulação do rato, ilustração livre/orientada ou na edição de texto, especialmente nos 1/s anos de escolaridade.  Em outros anos de escolaridade é utilizado para ilustrações, construção de bandas desenhadas, figuras e sólidos geométricos...

sexta-feira, 9 de março de 2018

Pesquisa na internet sobre a União Europeia

Os alunos do 4º ano, realizaram uma pesquisa orientada na internet sobre a UE.  Efetuaram registos escritos no programa Word.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Desafio 2 – “SeguraNet”

Nesta iniciativa, a equipa SeguraNet propôs aos alunos uma abordagem reflexiva sobre o teor e a veracidade dos conteúdos publicados na internet e em especial nos vídeos publicados no YouTube. Numa reflexão em conjunto, aprenderam que não se deve confiar em todas as informações publicadas na internet, redes sociais ou canais de vídeo. Este tema teve como ponto de partida um dos cartazes SeguraNet do Pisca Não Arrisca”. 


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Como verificar informações na internet

É importante saber como lidar com as informações e agir com cautela ao receber imagens e arquivos.
 Devemos prestar atenção a alguns detalhes:
õ  Quem é o autor desta informação?
õ  A informação resulta da opinião pessoal de alguém ou é de alguma instituição específica?
õ  A origem do conteúdo é conhecida?
õ  Qual a data real da publicação do conteúdo? Pode não ser a data em que a divulgação foi feita. Muitas vezes, um boato ou lenda vai surgindo disfarçada de algo recente.
Os Spams, e-mails não solicitados, são enviados para um grande número de pessoas. Embora a maior parte seja apenas propaganda, outros podem conter vírus ou códigos maliciosos que podem comprometer a segurança e a privacidade.
Spams também são iscas para o phishing (termo oriundo do inglês "fishing" que significa pescaria), um tipo de fraude muito comum.
Boatos e informações falsas nas redes sociais possuem um enorme potencial de divulgação.
  • Se duvidares da veracidade de uma informação, procura confirmar em outros sites onde ela é reproduzida. Nessas horas, o Google (ou qualquer outro site de pesquisa) é o melhor aliado.
  • Muitas pessoas criam perfis falsos ou temporários para disseminar informações falsas ou notícias mal apuradas. Verifica se a informação é divulgada pelos perfis de grandes portais de notícias.
Sites especializados em desmascarar boatos
Alguns sites são especializados em divulgar e esclarecer as farsas mais frequentes do mundo virtual, sejam elas enviadas por e-mail ou publicadas em redes sociais.
(imagem da internet)